Mostrar mensagens com a etiqueta feudalismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta feudalismo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Modelo de um Reino, seus ducados, condados e marcas

Acima temos um modelo fictício de um reino, seus ducados, condados e marcas.
A origem europeia e medieval dessa estrutura de território vem seguida dos dias do Imperador Carlos Magno.
Quando coroado imperador do Sacro império Romano, ele, Carlinhos dividiu várias de suas posses europeias aos seus chegados (conquistadores militares, bons administradores, inimigos reconciliados etc). Isto para melhor gerir seu império; afinal, um grande território ficaria mais fácil de ser administrado e controlado com líderes locais submetidos à uma estrutura hierárquica.
Cada pessoa recebeu com sua terra, um título. Assim, foi surgindo o título nobilitário, ou seja, os nobres.
Essa divisão hierárquica segue assim:
Mediante um processo de juramento, uma solenidade de enfeudalização, o superior, senhor, ou suserano, concedia um FEUDO ao seu inferior, vassalo.
O feudo consistia muito mais que uma terra, como é comum afirmar. O feudo é um compromisso, uma honraria que é concedida para alguém. Tanto pode ser uma simples porção de terra, como era também um título, um dever, um presente.
Nesse processo, era feito um ato solene de compromisso (HOMENAGEM), tanto do suserano, quanto do vassalo. Que não seja esquecido o importante fato, a Igreja católica mediava essa cerimônia, assim, além, estava acima de todos, pois apenas sob sua autoridade os contratos feudais eram feitos.
O suserano prometia proteção e a manutenção daquele feudo ao seu vassalo, em contra partida, o vassalo prometia servir ao seu senhor.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Atividade de criação de um feudo e as relações feudo-vassalicas

Atividade para o 7º ano - Fundamental II
Tutorial
1 – Criar um feudo, desenho ou maquete. Abaixo segue o modelo de um feudo. Como sugestão, aqui seguem alguns elementos para o seu feudo: Castelo do senhor, castelos dos nobres cavaleiros, igreja (cemitério, casa paroquial, templo), casas de camponeses, terras para serem cultivadas ou para criação de animais (também chamadas de mansos ou glebas), bosque, rio, lago, ponte, e mais o que você pesquisar e entender que fazia parte da estrutura feudal da Idade Média.
http://socialesarcas2.blogspot.com.br/2014/10/el-feudo.html
2 – Crie uma história de como o feudo passou a ser organizado. Como o Senhor foi da Cidade para zona Rural. Como os camponeses foram se instalando, a importância da presença da Igreja.
3 – Nessa história você não deve esquecer que no feudo precisava realizar o contrato de vassalagem, feito entre o suserano e o vassalo (servo), diante de Deus (representado pela igreja), ambos se comprometiam em cumprir promessas que dependiam da necessidade de cada.
4 – Não esqueça que em geral, os plebeus, no rito feudal se comprometiam, basicamente, em pagar tributos ao senhor, ou senhores e à igreja. Os tributos eram: CORVÉIA – trabalhar nos campos pessoais do Senhor, ou nos reparos de pontes, cercas, etc. TALHA – repassar parte de sua produção ao senhor. BANALIDADE – pagar pelo uso de ferramentas, moinhos, pontes (pedágio) etc. MÃO-MORTA – quando o servo morria, seus filhos, para continuarem no feudo, pagavam um determinado tributo. DÍZIMO – 10% da produção que era passado à igreja. Os Senhores ou nobre se comprometiam em proteger seus servos. E a Igreja se comprometia em rezar pela paz e salvação.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Tópicos das transições do feudalismo para o absolutismo

A Finalidade deste post é servir de base para fixar tópicos de elementos políticos econômicos e sociais desde a sociedade Feudal até o Estado Absolutista. Não se trata de algo exaustivo, mas algo meramente panorâmico.
Sociedade Feudal
Sociedade estamental
Clero
Senhores
Camponeses
Economia
Baseada no sistema de reciprocidade,
o camponês trabalha para o senhor e lhe paga tributos pela concessão da terra
Relações feudo-vassálicas (marcadas por cerimônias oficiais, os nobres (senhores) realizavam laços de compromisso, proteção, serviço e conselhos)
Política
A maior força era a Igreja,
Os prelados (alto clero) mantinham o controle do povo e inclusive dos reis.
Geografia
Não existia limites entre nações, os limites estavam no âmbito do nascimento
O povo Franco, o povo Anglo, o povo Normando, os laços de sangue eram mais determinantes que espaços geográficos. Por exemplo, uma lei de um determinado povo valia para o povo e não para o local.
Ascensão da burguesia
A sociedade ganha nova configuração, com o aumento das trocas, houve a necessidade de estabelecer valores comuns entre os diferentes povos. Necessidade de surgir órgãos que guardassem o dinheiro. Os espaços urbanos ganham um outro sentido, antes, o forte da economia era nas relações de campo, com os burgueses temos as relações urbanas.
Ainda temos a divisão estamental
Clero
Nobres (senhores)
Camponeses / burguesia (trabalhador urbano)
A economia ficava entre as relações feudo-vassálicas e as trocas comerciais nas feiras.
Para adquirir produtos diferentes, não bastava a reciprocidade com pessoas que compartilhavam da mesma cultura. Agora era preciso ter metais (moedas) aceitas pelos mercadores.
Uma série de instituições foram surgindo de acordo com as novas necessidades sociais
Os senhores feudais e cavaleiros viviam de relações de reciprocidade, a burguesia vivia de comércio. Aos poucos ficava financeiramente mais forte.
Surgem: Bancos, Guidas e corporações de ofício (para os artesãos e burgueses garantirem o controle das produções e negociações). Vão surgindo faculdades (Bolonha, Oxford, Coimbra) para melhor preparar a sociedade burguesa. O estado, com força armada, leis e território.
Estado Absolutista
Há uma hibridez entre a sociedade estamental e a sociedade de classe, coexiste:
Clero/nobres/camponeses e a classe burguesa (que vem dos camponses, mas surgem como uma fonte de poder que compete e toma espaço do nobre e da Igreja)
A nobreza tenta sobreviver fazendo alianças matrimoniais com burgueses. Burgueses almejam uma imagem nobre com os casamentos.
 O Rei tem apoio da burguesia para obter poder sobre grandes territórios, como Rei, ele tem a prerrogativa.
Papeis do rei absolutista:
Reunir uma corte que promova leis e segurança.
As faculdades irão restaurar os estudos das leis e resgatar o código de leis romano.
Os nobres irão compor cargos públicos para administrar o Estado
A finalidade de todo esse aparato será o desenvolvimento da burguesia nacional.
Um estado forte será um estado que tem uma burguesia forte.
O Estado está formado, e ele se chama PORTUGAL.
Para ter uma burguesia forte, a coroa portuguesa precisa controlar o que tem mais valor na economia: Especiarias. Quem controlar a comida, controla a força de trabalho e assim produz mais riqueza.
Para controlar as especiarias, Portugal precisa quebrar a rota do mediterrâneo sob o controle ítalo-árabe.
As faculdades portuguesas desenvolvem estudos para navegar às Índias e comprar especiarias direto no produtor. Surge o modelo mercantilista.
O Mercantilismo se sustenta por um Estado monárquico que promove um ambiente para os súditos do rei, refiro-me a classe burguesa,  desenvolverem uma economia de mercado.
Um estado mercantilista precisa adquirir metais (ouro e prata)
O Estado precisa ter uma rede burocrática para melhor administrar todo a complexidade econômica, embora seja chamado de um Estado absolutista.
Esse mercantilismo precisa que os burgueses tenham uma fonte de matéria prima para produzir e competir com outros estados, ou fazer de outros estados os seus mercados consumidores.
Para essa fonte de matéria prima, os estados, sobretudo Portugal e Espanha conseguiram grandes terras, para extrair essa matéria, e monopolizar o comércio de certos produtos.
O mercantilismo europeu precisava, acima de tudo, de uma estrutura naval bem desenvolvida, pois suas colônias estavam longe do território europeu.




domingo, 8 de março de 2015

Beijinho no feudo

Bem, pra quem sabe cantar esse funk, fica aí a letra pra não esquecer que guilda é de comerciantes e corporação de ofício de artesãos!!!

sexta-feira, 6 de março de 2015

Talha e corveia (lepo lepo)

Para lembrar quais impostos feudais o camponês tinha de pagar, peço ajuda ao Psirico!!!!
Tente acompanhar no Karaoke do link abaixo.

Ah! eu já não sei o que fazer
Camponês pé-rapado, no feudo explorado
Ah! eu não tenho a quem recorrer
O Senhor tá cobrando pela produção no campo.

Agora vou pagar a corveia
O que será que o Senhor vai querer?
Não sei se vou limpar o fosso
Ou é a colheita do manso, quanta maldade!

Eu não tenho terra,
Eu não sou nobre
E se trabalho ainda pago corveia
Eu pago ta-lha, lha e, e a banalidade
E a mão-morta!
https://www.youtube.com/watch?v=4YjCSyyvH0A